No cinema, seu currículo contempla 17 longas-metragens, incluindo títulos como “Doce Delírio” (1982), “A Freira e a Tortura” (1983), “Atração Satânica” (1989), “Xuxa e os Duendes” (2001), “Réquiem para Laura Martin” (2011), “Um Suburbano Sortudo” (2016) e “Talvez uma História de Amor” (2018). Em cada projeto, transitou entre o drama, o terror, a comédia e o cinema popular, comprovando uma versatilidade artística única.
Nos palcos, soma 29 peças de teatro e repertório impressionante: “Tartufo”, ao lado de Paulo Autran; “Tiro ao Alvo”, com Marco Nanini; “Quase 84”, de Fauzi Arap; “A Partilha”, de Miguel Falabella; “Monólogos da Vagina”; e “Os Inconquistáveis”, de Mario Vargas Llosa, entre muitas outras montagens de prestígio.
Sua excelência técnica e entrega em cena renderam-lhe 18 prêmios ao longo da carreira, incluindo o Prêmio Governador do Estado de São Paulo como Melhor Atriz de Teatro, além de láureas como o Qualidade Brasil e o Super Cap de Ouro. Recentemente, sua força dramática ultrapassou fronteiras: Claudia conquistou o prêmio de Best Performance (Melhor Atriz) no NZ WebFest 2025, tradicional festival de webséries realizado na Nova Zelândia. Ela consagrou-se como protagonista da série brasileira “Queen Lear” (Canal Demais), interpretando uma releitura visceral da obra clássica de Shakespeare. A produção também arrebatou os troféus de Melhor Edição e Melhor Série Narrativa Internacional no circuito mundial.